Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Bilhete de identidade (I)

 

Este é um exercício comum nas redes sociais virtuais. Tentas definir-te em 25 pontos e, depois, envias a autocrítica ou o auto-elogio a 25 dos teus amigos. Ensaiei o exercício, mas temo não ter sido totalmente sincero, como desejava.

 

(Três primeiros pontos):

 

Chamo-me Lájos Kormányos, nasci em Budapeste, em 1961. Escrevo em revistas literárias e num jornal diário. Sobretudo crítica literária, onde sou exigente com a estrutura dos textos, a coerência do enredo e a qualidade poética das imagens. A crítica valeu-me inimizades, mas às vezes entrevisto autores, o que é mais neutro.

Sou também escritor. Tenho uns contos publicados em revistas literárias, alguns deles traduzidos para português por um amigo, que fala mal o húngaro e que (suspeito) reinventa parte dos meus contos. De resto, fora da língua húngara sou desconhecido. Aliás, na língua húngara também sou desconhecido.

É assim que ganho a vida. Gostava de escrever romances, mas não consigo controlar a massa de texto e ligar as diversas linhas da intriga. Tenho deficiências técnicas e na construção da frase. A minha prosa parece-me sempre mole.

(...)

publicado por Luís Naves às 10:21

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