Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Deste lugar

 

Bebe o sumo desta pedra. De onde vem? Para onde te leva?  
O vento desvenda esse corpo que fervilha, inquieto
fôlego de puro sangue.
 
Abro-te cauteloso, como a um livro de cabelos brancos.         
Em movimentos de violino expostas  as tuas cordas em sol,
fluem a glória e o êxtase e a água, a luz e o alimento.
 
Só no fim irrompe a descoberta,
deixa o seu lugar oculto. Parte daqui.
Deste lugar por onde ninguém passa.
publicado por João Villalobos às 15:15

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3 comentários:
De Miguel Barroso a 28 de Janeiro de 2009 às 17:12
Belo poema!


Abraços d´ASSIMETRIA DO PERFEITO (http://podesmandar.blogspot.com)
De Margarida Pereira a 29 de Janeiro de 2009 às 16:34
... João, sabe que mesmo se não digo nada, digo sempre alguma coisa, não é?...
Pois.
De João Villalobos a 29 de Janeiro de 2009 às 16:55
Claro que sim Margarida. :) Mais uma vez obrigado e beijos

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