Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

O fulgor dos metais

 

Temo que não exista essa glória que aguardo,
à sombra das palavras oscilantes.  
Na antecâmara dos que esperam, apenas o eco de murmúrios
vindos de qualquer dentro por nomear.
 
Ergo-me na proa de um navio que se desfaz a cada golpe de azul
e o  Sol reflecte o duro fulgor dos metais,
sente-se na língua.  
 
Algumas frases são lâminas e outras pedaços de fruta.
Muitas ferem, poucas assemelham-se a olhos de criança.
 
publicado por João Villalobos às 12:21

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1 comentário:
De Berta a 13 de Janeiro de 2009 às 11:18
Berta agradece e retribui a visita.
Um abraço e (bons) poemas!

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