Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Um pouco mais de eterno

 

Dizem, uma eternidade inteira passou,

todo o tempo do mundo demorou

mas a morte da estrela gigante

lembra a minha tristeza errante

 

somente uma luz fraca que ousou

separar-se da escuridão que restou.

Afirmam que era o sol mais distante

no seu cosmos o menos cintilante.

 

Penso como está longe o que é finito

o tempo é a mão que fecha a porta

que faz esquecer o que não foi dito

 

Treze mil milhões de anos e um dia

um pouco mais de eterno pouco importa

para quem já se cansou que não vivia

 

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publicado por Luís Naves às 21:45

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2 comentários:
De CNS a 3 de Novembro de 2009 às 11:19
"o tempo é a mão que fecha a porta
que faz esquecer o que não foi dito"

Belíssimo. Os meus parabéns.
De Luís Naves a 3 de Novembro de 2009 às 12:08
obrigado, Cristina

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